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OAB na TV debate golpes digitais na pandemia

O uso mais frequente da internet durante a pandemia aumentou o número de golpes digitais. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o envio de links ou arquivos falsos por e-mail para captura de dados aumentou 80% desde o início de março no Brasil.Para tratar sobre a repercussão dos números e prevenir a sociedade, o OAB na TV desta quarta-feira (18) recebeu a presidente da Comissão Permanente de Tecnologia e Informação, Tamiride Monteiro.Apresentado por Milena Barreto, o programa é realizado em parceria com a Fundação Paulo Jackson e Assembleia Legislativa da Bahia e vai ao ar todas as quartas-feiras, no perfil da Seccional no Instagram.Tamiride Monteiro destacou que o aumento do uso de ferramentas digitais, a exemplo de celular e notebook, fomentou a mobilização dos grupos criminosos. "Por estarmos mais conectados, esses grupos enxergaram uma possibilidade maior de agir e acabaram se organizando ainda mais", pontuou.A advogada explicou, também, que, ainda mais organizados na pandemia, os criminosos digitais têm utilizado um recurso conhecido como engenharia social para agir nas plataformas virtuais."Eles utilizam essa engenharia para obter os rastros que deixamos na internet e filtrar grupos de pessoas com certo poder aquisitivo e credibilidade, porque sabem que o retorno é certo", disse. Na contramão dos grupos, Tamiride revela que o judiciário brasileiro ainda está atrasado na área. "Temos uma cultura arcaica de arrastar as coisas, que dificulta bastante a capacitação de advogados na área. Na Europa, desde 2016, foi implantada a Lei Geral de Proteção de Dados. Aqui, nunca houve vacância tão grande de uma  lei", disse.Atuação contra o crime digitalPara dificultar a atuação dos criminosos, Tamiride afirma que a atenção é o melhor caminho. "Em primeiro lugar, se receber algum link encurtado por SMS, exclua na hora. Sempre desconfie de SMS que não for enviado por operadora. E, se alguém ligar em nome de outra pessoa e enviar qualquer link, não abra. Ligue diretamente para a pessoa", explicou.Caso, entretanto, a vítima caia no golpe, a advogada orienta quais soluções buscar. "No caso de transferência de dinheiro, a pessoa deve ligar, imediatamente, para o banco e pedir o cancelamento do DOC ou TED. O banco pode e deve realizar o cancelamento. Caso não o faça, a Justiça terá que ser acionada", explicou.Por fim, com a proximidade da Black Friday, no dia 27 de novembro, Tamiride deixou uma mensagem para o consumidor. “Desconfie de links patrocinados, de sites desconhecidos e de preços muitos baixos. É bom optar, também, por boleto bancário no lugar de cartão de crédito", concluiu.
18/11/2020 (00:00)
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